Já concluído. A versão revisada está disponível apenas na Jinjiang, por favor não comente se leu cópias ilegais. **Reencontro logo no início | Amor meio forçado | Adoção temporária | Principalmente doce** Aos quatorze anos, Wen Shuhan foi morar na casa da família Chen, onde conheceu Chen Yansi pela primeira vez. Os mais velhos pediram que ele a ajudasse com as malas, mas ele apenas jogou, com desdém e indiferença, um “Que incômodo”. Ambos se desagradaram mutuamente, e parecia que jamais teriam uma ligação mais profunda. Até o entardecer daquele dia, quando ela tomou a iniciativa de beijá-lo. Ele, de olhar frio e distante, virou-se e a pressionou contra a cadeira, exigindo mais ainda dela como punição. Hoje, aquele romance escondido já chegou ao fim. Ela acreditava que fingiriam não se conhecer em público e manteriam distância em particular. Mas não imaginava que Chen Yansi fosse intensificar ainda mais suas ações, até que ele se sentisse satisfeito. Naquele dia, ela quis ir embora, mas ao virar-se acabou colidindo de surpresa com o olhar escuro dele. “Está procurando seu documento de identidade?” Seu olhar vagava, preguiçoso. “Que coincidência, seu RG e passaporte estão comigo.” Afinal, para ele, amar ela nunca teve um limite de satisfação. **● Relação exclusiva, final feliz; diferença de idade de 2 anos; sem ligação de sangue ou legal. Não é uma história realista, não leve ao pé da letra. ● O desenvolvimento emocional é progressivo, não tire conclusões precipitadas. O protagonista masculino ama intensamente, mas também pode agir de forma insana — foco no termo ‘amor forçado’. Obrigada pelo apoio e boa leitura! - Sinopse de 20/05/2023, revisada em 8/10. - Título original: “Ele e o Amanhecer” ● Próximo romance “Beijo de Volta”: tema de adoção temporária | Amor forçado | Acidentalmente provocou um dom manipulador | Ela o observa em segredo, ele a deseja loucamente Ji Shuyu notou Xing Yi muito antes do que imaginava. Ele era ainda mais frio do que ela pensava, mas havia pequenos detalhes nele que a fascinavam profundamente. Como o instante em que o isqueiro acende uma chama gelada entre seus dedos, ou o aroma cítrico e quente de toranja que ele exalava. Em encontros ocasionais, o olhar impassível dele sempre passava por ela sem jamais parar. Os dois quase não tinham contato, até aquele verão do terceiro ano do ensino médio, quando Ji Shuyu, por decisão dos mais velhos, foi morar na casa dos Xing. Cada vez que cruzavam um pelo outro, ela parava por alguns segundos, envolvida pelo cheiro refrescante de toranja. À mesa, de frente para ele, ao vê-lo pegar o isqueiro, ela novamente se distraía com a perfeição dos dedos dele. Xing Yi levantou os olhos, indiferente: “Quer aprender?” Ela baixou o olhar imediatamente: “Não. Fumar faz mal.” O isqueiro girou por entre seus dedos e ele riu baixo: “É mesmo? Achei que você gostasse.” Ela não respondeu, sem saber que já havia provocado alguém que não deveria. Certo dia, uma gravata deixada por ele no corredor chamou sua atenção. Ela a pegou, confusa, e ao levantar os olhos, uma sombra escura se projetou sobre ela, devagar. Naquela noite, a gravata cobriu seus olhos. A natureza dominante dele se revelou no escuro. Ele segurou seu queixo trêmulo, os dedos brincando com fios de cabelo úmidos de suor: “Em vez de me observar às escondidas, por que não assume de vez e se impregna do meu cheiro?”
Autumn rain dampened the twilight, turning the rain outside the theater into a mist.
Inside, the classical dance drama was in full rehearsal. At center stage, she performed the final solo, moving through the winding melody.
Between light and shadow, she wore a long gown of jade water hue, ethereal and graceful. Her movements blended form and spirit; beneath the sheer fabric, her slender waist appeared faintly, like a brushstroke in an ancient painting balancing strength and softness.
In the last moment, her body froze in a perfect pose, and the grand theater lights suddenly brightened.
Applause erupted enthusiastically.
“Oh my, she’s absolutely stunning...”
“Truly a natural talent. That one move—raising her body and reaching out like she’s touching the sea—would take me three years to master.”
...
As rehearsal ended, the backstage was as bright as daylight.
Official media were present today, and as the lead, she posed with the ensemble for some behind-the-scenes shots.
After the interview, she lifted her skirt and hurried toward the dressing room, humbly bowing amid compliments. Her smile was gentle and clever, her entire demeanor radiant and sprite-like; even the small beads of sweat at her temple seemed lively in the glow.
—“Shu Han! Another gift for you!”
She turned at the voice, her clear moonlit eyes sparkling with tenderness.
The gift was a delicate bouquet of flowers in pale pink and white tones, cool and refined. Nestled among the blooms was a velvet box about the size of a palm.